Revista de Estudos Culturais e da Contemporaneidade - ISSN: 2236-1499

Título: Memória e metalinguagem nas crônicas de Rubem Braga

d.o.i.: 10.13115/2236-1499.2010v1n3p120

 

 

Eliana Nagamini

 

 

Resumo: “Chegou meu dia. Todo cronista tem seu dia em que, não tendo nada a escrever, fala da falta de assunto.Chegou meu dia. Que bela tarde para não se escrever!” . Assim começa a crônica Ao respeitável público (apud FRANCHETTI e PECORA, 1980: 13), de Rubem Braga. O cronista apresenta uma visão crítica sobre a crônica, gênero considerado menor por não trazer nada de interesse prático para o cotidiano como as notícias veiculadas pelo jornal (“O jornal é grande, senhorita, é imenso, cavalheiro, tem crimes, tem esporte, tem política, tem cinema, tem uma infinidade de coisas”), e por não ter, em tese, a intenção literária. Ou seja, está longe de se caracterizar como documento informativo, e não constrói ficção como os textos literários.

 

Palavras-chave: Rubem Braga, crônica, crítica literária.

 

Abstract: "My day has come. Every columnist has his day when, having nothing to write, speaks of the lack of it. My day has come. What a beautiful afternoon not to write. "So begins the chronicle When respectable audience (quoted Franchetti and PECORA, 1980: 13), Rubem Braga. The chronicler presents a critical view of the chronic gender considered minor by not bringing anything to the everyday practical interest as the news reported by the newspaper ("The newspaper is great, Miss, is immense, gentleman, have crimes, has sport, has policy is cinema, has a plethora of things "), and not, in theory, literary intent. In other words, is far from being characterized as an information document and does not build fiction as literary texts.

          Keywords: Rubem Braga, chronic, literary criticism

 

Revista de Estudos Culturais e da Contemporaneidade - ISSN: 2236-1499

Capa/Sumário Diálogos N.° 3

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