Revista de Estudos Culturais e da Contemporaneidade - ISSN: 2236-1499 - Uma Publicação do CESCAM - Centro de Estudos de Semiótica, Comunicação, Antropologia e Meio-Ambiente da América Meridional


Leia, clicando no ícone ou no título, o Artigo da Revista Diálogos N.° 2 -2.° Sem. 2007:

Holopoesia de "Holo/Olho" a "Quando?", Eduardo Kac -d.o.i:10.13115/2236-1499.2007v1n2p9

Resumo: O holopoema não é um poema em versos transformado em holograma nem um poema concreto ou visual adaptado para holografia. A estrutura seqüencial do verso corresponde ao discurso linear, enquanto a estrutura simultaneísta do poema concreto ou visual corresponde ao raciocínio ideográfico. O poema em versos, impresso no papel, estabeleceu a linearidade do discurso poético enquanto o poema visual inventou a liberdade das palavras na página. Assim como a poesia em versos, a poesia visual tem uma longa tradição, que começa na Grécia, com Símias passa pelo Barroco, entra no século XX com Marinetti, Tzara, Cummings e Apollinaire e culmina com os poetas experimentais dos anos 60 e 70.

Palavras-chave: Holopoesia, Poesia visual, Vanguardas Poéticas, Holograma.

Abstract: The holopoem is not a poem in verses into a hologram or a concrete or visual poem adapted for holography. The sequential structure of the verse corresponds to linear thinking, whereas the simultaneous structure of concrete or visual poem corresponds to the ideographic thinking. The poem in verses printed on paper, established the linearity of poetic speech while the visual poem freedom of words on the page. Like poetry in lines, visual poetry has a long tradition, starting in Greece, with Simmias through the Baroque, enters the twentieth century with Marinetti, Tzara, Cummings and Apollinaire and culminates with the experimental poets of the 60s and 70s.

Keywords: Holopoetry, Visual Poetry, Poetics Vanguards, Hologram.

 

Autor: Eduardo Kac  formou-se pela Faculdade de Comunicação Social da PUC-RJ. Em 1983 lançou o livro de artista "Escracho" (que se encontra na coleção do Museum of Modern Art, Nova Iorque) e realizou trabalhos na rede videotexto (1985/86), precursora da Internet. Em 1983 inventou a holopoesia, uma nova linguagem poética. Em 1985 fez exposição individual de seus holopoemas no MIS de São Paulo. Foi artista-residente do Museu de Holografia de Nova Iorque. Tem artigos em jornais como Folha de São Paulo, O Globo e Jornal do Brasil. Tem mestrado em artes plásticas na The School of the Art Institute of Chicago, instituição na qual é Professor Titular. Doutorado pela Universidade de Wales, no Reino Unido.

 

 

 

Capa/Sumário Diálogos N.° 2

 

 

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